terça-feira, 4 de março de 2014

Mal feito feito



A noite estava linda e clara ate quando chega a escuridão,
lembranças que corrói o meu passado em um ato maldoso  e egoísta.
Ingênuo eu em acreditar mais uma vez que podia confiar,
ingênuo daquele que confia nos "MORTAIS" pois não pensam, não ouvem, não vêem, não sentem.
Sou um astro e possuo luz própria, me alimentando de esperanças e medo.
O medo de confiar e me entregar por inteiro e verdadeiro.
O coração é o mais cintilante, é tão brilhante que queima a hipocrisia e ofusca os olhos dos que já estão cegos.
Se tem apenas uma chance e é bom que aproveite-a , pois não terá minha confiança
novamente.
O peso da consciência é todo seu
 e não dividirei mais os meus segredos ocultos espalhados no meu universo.
 Não mais contarei as galaxias pois a gravidade acabou
 e tudo se tem um fim, bom ou ruim.
Mais o brilho continua, porque a " lua " é forte
e segui em frente por caminhos diferentes que não conhecerás,
porque matou o que tinha la dentro
e tudo foi se embora com o vento e não a mais de voltar.
Uma grande diferença em deixar acontecer
de tudo espairecer encaixando no seu lugar.
Mais de usar como um brinquedo velho que não mais precisa
que não curara mais a ferida que acaba de provocar.
Mais sei que não estou sozinho e continuo o meu caminho
a sonhar com um menino que não pode mais chorar.

 (Devaneios Noturnos)

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